Food: Bigger than the Plate

É com enorme orgulho que anunciamos a participação do projecto Fabrico Próprio na exposição Food: Bigger than the Plate, organizada pelo Museu Victoria & Albert, em Londres, de 18 de Maio a 20 de Outubro de 2019. A curadora desta exposição sobre as intersecções entre comida e design, Catherine Flood, seleccionou os Novos Bolos e as Espécies Raras de Fabrico Próprio para a secção Eating, ou Comer, dedicada a revelar como uma refeição nos liga cultural, social e politicamente.
A inclusão nesta exposição destas duas dimensões da nossa pesquisa sobre o design da pastelaria semi-industrial portuguesa assinala mais uma participação do Fabrico Próprio numa iniciativa dedicada à comida e ao design – entre muitas outras destacamos a BIO50, Bienal de Design de Ljubljana, onde investigámos os interfaces do leite esloveno.
A nossa participação nesta exposição assinala também uma etapa conclusiva do Fabrico Próprio, já que coincide com a venda dos últimos exemplares da segunda edição do nosso livro. 20 exemplares (10 deles autografados por nós) serão postos à venda na loja do museu V&A em Londres a partir de dia 18 de maio.

We proudly announce the participation of Fabrico Próprio in the exhibition Food: Bigger than the Plate, organized by the Victoria & Albert Museum in London from 18 May to 20 October 2019. The curator of this exhibition on the intersections between food and design, Catherine Flood, has selected the New Cakes and Rare Species of Self-Manufacture for the Eating section dedicated to revealing how a meal links us culturally, socially, and politically.
The inclusion in this exhibition of these two dimensions of our research on the design of semi-industrial Portuguese pastry marks another participation of the Own Manufacturing in an initiative dedicated to food and design – among many others we highlight the BIO50, Design Biennial of Ljubljana, where we investigated the interfaces of Slovenian milk.
Our participation in this exhibition also marks a conclusive stage of our own manufacture, since it coincides with the sale of the last copies of the second edition of our book. 20 copies (10 of them signed by us) will be put up for sale this week at the V&A museum in London.

Vulcão!

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Vulcão!
A estreia londrina de um novo bolo Fabrico Próprio

Por coincidência vamos estar os três – a Rita, o Pedro e o Frederico – em Londres no fim de semana de 28-29 de Novembro.

Depois de saber que a Rita Pop e o Zé Cardoso da The Portuguese Conspiracy estavam a organizar uma loja pop-up de Natal na The Pill Box Kitchen este sábado, pensámos que era o momento certo para apresentar a Rita e o Zé ao Filipe Almeida Santos, e para lançar mais uma das seis novas ideias para bolos Fabrico Próprio que resultaram do nosso workshop em 2008.

O Filipe estudou arquitectura e trabalhou como arquitecto mas há pouco mais de dois anos começou a estudar pastelaria na Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste. Um dos seus professores foi o chefe Paulo Santos, com quem temos trabalhado no desenvolvimento de novos bolos de Fabrico Próprio, dois dos quais já foram lançados em Portugal: a Espetada e a Libertina.

O Vulcão é um bolo que começou a partir do nome: como é e a que é que sabe um bolo chamado Vulcão? – perguntou na altura a Rita João.

É nisto que o Filipe tem vindo a trabalhar nas suas horas vagas no Flemings Mayfair Hotel em Londres, onde actualmente é o chefe de pastelaria, depois de ter trabalhado com chefs de renome como Joaquim Sousa no The Oitavos, José Avillez no Belcanto e Pierre Gagnaire no Sketch.

E agora é o momento de ver e provar os resultados.
Juntem-se a nós no dia 28 de setembro a partir das 14h30!
Estaremos a servir Vulcões e a autografar livros.

The Portuguese Conspiracy Portuguese Xmas Pop Up
The Pill Box Kitchen
115 Coventry Road, E2 6GG London

Vulcão!
The London premiere of a new Fabrico Próprio cake

By chance the three of us will be in London on the November 28-29 weekend. After we heard that Rita Pop and Zé Cardoso of The Portuguese Conspiracy were organising a Christmas pop-up shop at the The Pill Box Kitchen on Saturday, we thought it was just the right time to introduce Rita and Zé to Filipe Almeida Santos and launch another of six new Fabrico Próprio cake ideas that resulted from our 2-day workshop in 2008.

Filipe trained and worked as an architect but just over two years ago started studying pastry at the Oeste School of Tourism and Hotel Management in Caldas da Rainha/Óbidos. Here he was a student of chef Paulo Santos, with whom we’ve worked to develop a new set of cakes – as featured in Disegno magazine. Two of these cakes have already been launched in Portugal: the Espetada and the Libertina.

The Vulcão, Vulcano in English, is a cake that started from its name: what does a cake called Vulcão look and taste like? – asked Rita João at the time.

This is what Filipe has been working out in his spare time at the Flemings Mayfair Hotel in London, where he is currently the head pastry chef following stints with renowned chefs such as Joaquim Sousa at The Oitavos, José Avilez at Belcanto and Pierre Gagnaire at Sketch.

And now’s the time to see and taste the results.
Join us September 28th from 2h30 pm.
We’ll be serving Vulcões and signing books.

The Portuguese Conspiracy Portuguese Xmas Pop Up
The Pill Box Kitchen
115 Coventry Road, E2 6GG London

Fabrico Próprio no Peixe em Lisboa

FabricoProprio

 

 

Fabrico Próprio no Peixe em Lisboa 2015
3 Sessões dedicadas à pastelaria semi-industrial portuguesa
14, 15 e 17 de Abril 2015

A convite da organização do Peixe em Lisboa o projecto Fabrico Próprio regressa ao Terreiro do Paço em 2015. Depois da galeria de bolos na Arcada Sul da Praça do Comércio de 28 de Setembro a 15 de Novembro de 208, voltamos com duas sessões para falar sobre design e pastelaria e apresentas novos bolos de Fabrico Próprio. Temos ainda a honra de voltar a integrar o júri do concurso O Melhor Pastel de Nata.

 

14 Abril
15h – Auditório Silampos
O Design da Pastelaria Semi-Industrial Portuguesa

Como inovar, repensar e recriar não só os bolos, mas também as pastelarias de todos os dias? Nesta sessão interessa-nos revelar como é que o design, que tantas vezes é erradamente visto como apenas  “a cereja no topo do bolo”, pode contribuir para que estes produtos possam ser mais bem pensados, projectados, produzidos e disfrutados. Nesta conversa moderada pela designer, investigadora e blogger Suzana Parreira discutimos como é que o design pode ser aplicado no dia-a-dia da pastelaria – da fórmula de um Pão de Deus à cadeira de uma esplanada. Convidámos os fundadores de dois negócios inovadores da pastelaria e restauração da área de Lisboa – o Nuno Carvalho d’A Padaria Portuguesa e a Ana Faustino do Choupana Caffe – para partilhar connosco o seu conhecimento, experiência e perspectivas sobre o futuro deste sector.

Participantes
Rita João e Frederico Duarte Fabrico Próprio
Nuno Carvalho A Padaria Portuguesa
Ana Faustino Choupana Caffe
Suzana Parreira Gourmets Amadores

15 Abril
Prova O Melhor Pastel de Nata
15h – Auditório Silampos

Ao longo de quase 10 anos de pesquisa do projecto Fabrico Próprio descobrimos que o auge da carreira de um profissional da pastelaria são não o que chamamos bolos de fabrico próprio mas sim, mais até do que bolos de aniversário e casamento, construções de açúcar ou de chocolate. Estes são os bolos que ganham prémios, que enchem o olho, que distinguem uma casa.

Mas não são eles o ganha-pão dos pasteleiros. Os bolos que nos interessam são outros, mais pequenos e discretos, os que nos habituamos a ver todos os dias, mas que frescos e criativos, garantem o sustento dos pasteleiros portugueses. E também da nossa gastronomia, economia e cultura.

O Pastel de Nata é um bom exemplo disso. Para muitos pode já parecer definido, resolvido, perfeito. Ao longo dos últimos tempos tem sido tão procurado e apreciado que se tornou num ex-libris de Lisboa, num símbolo nacional, no embaixador da pastelaria portuguesa. Mas qualquer pasteleiro sabe que há sempre onde melhorar, aperfeiçoar, para fazer o melhor pastel de nata. E esse muito a fazer não se aplica apenas a um, mas a muitos e muitos dos pastéis que todos os dias saem dos seus fornos. Que são feitos com uma receita, um preceito, um projecto. Daí que o concurso do Melhor Pastel de Nata é importante não só para os pasteleiros de Lisboa, mas para todos os admiradores e consumidores de pastelaria portuguesa: revela que não há uma tradição estanque, um pastel ideal ou um projecto concluído. É por isso que temos um grande orgulho em participar em mais um júri do Melhor Pastel de Nata, no dia 15 de Abril.

Esta prova, organizada pela Confraria do Pastel de Nata, conta com algumas das mais famosas casas da cidade, que conferem uma assinatura muito própria a este pastel emblemático do país e que, cada vez mais, tem reconhecimento internacional. Depois de em 2013 ter sido a Rita João a integrar o júri desta prova em nome do projecto Fabrico Próprio, este ano será o Frederico Duarte a desempenhar esta muito árdua missão.

Membros do júri O Melhor Pastel de Nata 2015

  • Virgílio Gomes Gastrónomo (presidente do júri)
  • António Marques Chefe Pasteleiro
  • Domingos Soares Franco Enólogo
  • Cristina Castro No Ponto
  • Frederico Duarte Fabrico Próprio
  • Manuel Rasteiro Entidade Regional de Turismo de Lisboa

17 Abril
Novos Bolos de Fabrico Próprio – Libertina
Apresentação, demonstração técnica e degustação

Em 2008, a propósito da primeira edição do livro Fabrico Próprio, organizámos um workshop na Sala do Risco, então o Gabinete de Projecto do MUDE, Museu do Design e da Moda Colecção Francisco Capelo, com o objectivo de discutir, pensar e projectar novos bolos de Fabrico Próprio. Durante duas sessões de lanche e conversa, uma equipa composta por designers, mestres pasteleiros, chefs, arquitectos, jornalistas, empresários e um filósofo, discutiu e enunciou algumas recomendações e princípios para a criação de novos bolos.

Estas foram tidas em conta no desenvolvimento de seis novos projectos de bolos, onde foram também contemplados processos e ingredientes acessíveis a qualquer unidade de fabrico de pastelaria semi-industrial. Assim, qualquer destes novos bolos poderia ser facilmente adoptados por pasteleiros em todo o país e mesmo por pasteleiros portugueses no estrangeiro.

Estas novas propostas foram prototipadas pelos alunos do curso de Pastelaria Avançada da Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste sob a orientação do mestre Paulo Santos e apresentadas numa exposição organizada na galeria da Sala do Risco em 2008. Desde então temos vindo a trabalhar nestes novos bolos com o mestre Paulo Santos de modo a apurar formas e receitas.

Um destes novos bolos é a Espetada. Introduz novas formas de pensar, comer e partilhar sabores, ingredientes e ideias de pastelaria, que preparámos com o mestre Paulo Santos pela primeira vez em 2013 para uma degustação pública. Fizemo-lo para festejar o 105º e 106º aniversário de Maria Helena Vieira da Silva na festa do Museu da Fundação Arpad Szènes-Viera da Silva, com um bolo de aniversário composto por 240 espetadas, cada uma com três cubos de massa “quatre quart” de diferentes sabores.

Um outro é a Libertina, a apresentar no dia 17 de Abril no Peixe em Lisboa numa demonstração técnica ao vivo com degustação, pela mão do mestre Paulo Santos e comentada pela equipa Fabrico Próprio onde contaremos a origem e histórias destas receitas que gostariamos de ver em breve nos balcões das pastelarias portuguesas.

As fichas técnicas, preparadas pelo mestre Paulo Santos, para a Espetada, Libertina e as outras novidades propostas para a pastelaria nacional — Pagode, Vulcão, Papiro e Estreitinho — serão partilhadas em breve no site www.fabricoproprio.net para que todos os profissionais da pastelaria que estejam interessados possam experimentar estas novas receitas e por à prova estes novos bolos pelos balcões de norte a sul.

Participantes

  • Paulo Santos Mestre pasteleiro, Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste, Forno do Beco
  • Rita João, Pedro Ferreira e Frederico Duarte Fabrico Próprio


Entradas
As três sessões Fabrico Próprio no Peixe em Lisboa têm entrada paga de acordo com a bilheteria do evento. Mais informação em: http://www.peixemlisboa.com/pt/bilheteira

Entrada de 1 Dia: €15
Esta entrada é válida para uma pessoa para qualquer um dos dias do evento. Inclui acesso ao Mercado Gourmet e possibilidade de participação nas atividades paralelas (aulas de cozinha, apresentações de cozinha ao vivo, provas de vinho comentadas e “Conversas sobre o Vinho”, debates e outras sessões), à exceção das harmonizações, que apresentam um custo acrescido.

Uma entrada de um dia dá ainda direito a:
– 1 degustação de 5€
– 1 bebida de 1,5€
– 1 copo para prova

De 2ª a 6ª feira, das 12h às 15h, uma entrada de um dia dá direito a:
– 2 degustações de 5€ cada
– 2 bebidas de 1,5€ cada
– 1 copo para prova

Condições especiais para alunos e docentes de escolas de design apenas nos dias das sessões Fabrico Fabrico Próprio no Peixe em Lisboa

– Entrada de 1 Dia: 5€.

À semelhança das condições especiais para os alunos e docentes de escolas de hotelaria e turismo, a compra destas entradas só está disponível no local do evento, mediante a apresentação de cartão de estudante/professor. Este valor não dá direito a senhas de degustação, bebidas ou copos de prova.

Cartaz / Convite

Tal como nas anteriores acções de divulgação do projecto e do livro Fabrico Próprio, em que convidámos o Atelier Carvalho Bernau (lançamentos Lisboa, Porto, Estocolmo e Londres 2008), a Editora Planeta Tangerina (lançamentos no Rio de Janeiro, São Paulo e Nova Iorque em 2012), a designer/ilustradora Maria Nogueira (lançamento em Berlim em 2013) para nos fazer o postal/convite, este ano convidámos o atelier de tipografia e edições O Homem do Saco para preparar uma edição limitada de 100 cartazes, todos diferentes.

Durante o Peixe em Lisboa estaremos a vender um número limitado de exemplares autografados do livro Fabrico Próprio num pack exclusivo com um preço especial, o qual inclui todos os postais/convites relativos a acções passadas do projecto Fabrico Próprio e o cartaz de divulgação para as sessões no Peixe em Lisboa pelo atelier O Homem do Saco.

Nesta Data Querida

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Em Portugal não se cantam os parabéns sem um bom bolo. Entre feitos em casa e comprados fora temos muito por onde escolher: das receitas simples de família ao clássico Pão de Ló coberto com doce de ovos, de mais ou menos ambiciosos Mil-Folhas, São Marcos e Paris-Brest aos saudosos campos de futebol com bonecos de plástico para brincar ou jardins com flores de açúcar para trincar.

Ao longo dos mais de 8 anos de pesquisa do projecto Fabrico Próprio descobrimos que a par das construções de açúcar e chocolate, os bolos de aniversário e casamento representam o auge da carreira de um profissional da pastelaria. São os bolos que ganham prémios, que enchem o olho, que vão para a montra. Mas estes bolos não são o ganha-pão dos pasteleiros. São outros, mais pequenos e discretos, mas não menos frescos e criativos, que garantem o seu sustento. E também a nossa gastronomia, economia e cultura.

Como inovar, repensar e recriar hoje os bolos não de todos os dias, mas aqueles a que somamos um sopro, uma salva de palmas e mais um ano das nossas vidas? Não nos convencem essas falsas promessas da tecnologia que são os retratos de aniversariantes e seus heróis impressos em bolos logo esquartejados em fatias ricas em calorias, mas pobres em significado. Nem modas como o “cake design”, termo que para nós, designers, pouco mais designa que construções sem essência numa substância que tudo cobre, pouco se come e nada acrescenta.

Interessa-nos revelar como é que o design, que tão erradamente é visto como apenas o acto de pôr a cereja no topo do bolo, pode contribuir para que estes produtos possam ser mais bem pensados, projectados, produzidos e desfrutados. Temos vindo a trabalhar com o mestre Paulo Santos em novos bolos de fabrico próprio, que desejamos possam em breve fazer parte do quotidiano de todos.

Um deles é a Espetada, um bolo que introduz novas formas de pensar, comer e partilhar sabores, ingredientes e ideias de pastelaria. Foi com o mestre Paulo Santos que no ano passado preparámos pela primeira vez, no seu Forno do Beco nas Caldas da Rainha, o bolo com o qual festejámos o 105º aniversário de Maria Helena Vieira da Silva. Regressamos este ano com a mesma ideia, mas com um bolo diferente: 240 espetadas, cada uma com três cubos de “quatre quart” de laranja, alfarroba e agrião, unidos com uma ganache de chocolate.

Juntem-se a nós às 17h deste dia, também de Santo António!

Toda a programação desta festa de aniversário está disponível no site da Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva.

Evento facebook aqui

MEC + MLM

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Maio é mês de Miguel Esteves Cardoso na Vida Portuguesa

Por ocasião da apresentação do novo livro de Miguel Esteves Cardoso, A Vida Portuguesa celebra, na sua loja do Largo do Intendente em Lisboa, a obra de um escritor que tanto nos inspirou na criação do projecto Fabrico Próprio.

Da programação deste mês destacamos a conversa “Em Portugal não se come mal”, em que Miguel Esteves Cardoso falará com Maria de Lurdes Modesto sobre vícios e confortos da alimentação nacional.

Será sábado, dia 24 de Maio, às 17h. 
Não faltaremos!

Semi-industrial

SEMI-INDUSTRIAL

This Monday, February 10th 2014, Pedro and Frederico begin leading a one-week workshop at IED – Instituto Europeo di Design in Madrid, on the topic of Semi-Industrial.

Here’s part of the workshop brief.

Since 2005 we’ve been researching how the sweet, one-portion pastries sold daily across Portugal in cafés or small bakeries are an inherent part of Portuguese economy, culture and material landscape. We published our findings in the shape of a 92-cake encyclopedia, to which we added contributions on the subject we gathered from over 20 people, in the book “Fabrico Próprio – The Design of Semi-Industrial Portuguese Confectionery” whose first edition was launched in 2008 and second in 2012. We’ve talked about this topic in several articles, essays, and lectures in different media, venues and cities – from Lisbon to London, Berlin to São Paulo, New York to Berlin. In the process we discovered how when it comes to food – in this case, sweet pastry – the yearning for the artisanal often hides a need for the industrial.

Fabrico Próprio cakes in Portugal are not churned out by the thousand by gigantic machines monitored by workers in anonymous factories. That is not what we think when we buy or eat them. Nor do we think they are reverently made in small batches by an idealised person according to a centuries- old recipe in some haloed ‘sanctuary’ of Portuguese confections. This is the reason behind our choice of semi-industrial as an apt expression to characterise this particular kind of food production: all these cakes are manufactured by confectionery bakers whose face we have never seen, but in whose talent we unquestionably trust. They are not made by machines, they are made with machines. They are not mass-produced in a large scale, they are produced in sufficient numbers to fill many shop counters every morning. They are not from a specific convent or region, they are national — and some are even global. And while the daily design of this confectionery is simpler than the rich tradition of Portuguese culinary and gastronomy, it remains more valuable and authentic than any synthetic product the so-called food industry has to offer. 

This is the perspective we want to add to this workshop’s discussion and research. By introducing the concept of semi-industrial to the design, production and consumption of food, we would like to take our approach to Madrid and other cities, regions and nations. To understand, for example: what is the design behind semi-industrial food staples such as Greek Feta cheese, Spanish Turrón, Italian pasta, Peruvian quinoa, Belgian chocolate and Argentinian (or Uruguayan, or Brazilian) dulce de leche?? Or, perhaps our semi-industrial favourite, the Vienna-born, Paris-famous Croissant, which is made across the world in myriad designs.

From the pesticides we spray on wheat fields to the powdered sugar we sprinkle on a Gugelhupf cake, from the hormones we inject into pigs and cows to the many ways we allow puff pastry to grow, how do we design semi-industrial food, and does it design the way we eat?

From made by hand to made by machines, how can designers trace, shift or cross borders around the manufacturing and consumption of food?

Pedro will be here all week, but on Wednesday Frederico will join Rita in Venice and both will head to Ljubljana for BIO 50’s first meeting and workshop. Semi-Industrial was also the sub-theme with which we applied to the team working on the “Knowing Food” theme for Ljubljana’s Design Biennial, BIO 50.

We are very excited to be part of this experiment in international design collaboration lead by Belgian curator Jan Boelen. We don’t yet know here it’s leading us, but we can’t wait to find out.

Both this workshop and our participation in BIO 50 mean a great deal to us. Semi-industrial is a term we coined ourselves to describe what is, even after 8 years, a subject of endless discovery and fascination. We’ve often had to define, and defend it – not without a fight, sometimes. By taking our project beyond Portuguese confectionery we want to widen its scope and address some of the most pressing issues around a discipline we interpret as one of the most powerful forces shaping our everyday experiences, environments and expectations.

A new Fabrico Próprio chapter begins this week.

SP Design Weekend

Após o lançamento do livro em Maio de 2013, o Fabrico Próprio regressa a São Paulo em Agosto!

Dia 17, Sábado, o Frederico vai representar a equipa Fabrico Próprio na sessão temática Food Design do ciclo de palestras Café com Design da Tok&Stok.

Inscrevam-se, apareçam! Mais detalhes aqui.

Entretanto lembramos que em São Paulo a 2ª edição do Fabrico Próprio está à venda aqui. E no Rio de Janeiro aqui.

 

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¡Ay, Pasteles!

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Este fim de semana o Fabrico Próprio chegou a Madrid. 
A convite do Edgar Fonseca do Café del Art,  organizador do Festival de Fado Madrid, este ano o nosso livro faz parte da maior mostra de música, cultura e gastronomia portuguesas em Espanha.
Está desde sexta-feira à venda na livraria Gastromanías, no mundialmente famoso Mercado de San Miguel.
Nós também queríamos estar lá agora, mas preferimos esperar por outra altura para revelar futuras surpresas do projecto Fabrico Próprio na capital espanhola.

This weekend Fabrico Próprio arrived in Madrid.
Following an invitation from Cafe del Art‘s Edgar Fonseca, organiser of the Fado Madrid Festival,this year our book is part of the biggest showcase of Portuguese music, culture and gastronomy in Spain.
It’s since Friday for sale at Gastromanías, the culinary bookstore of the world-famous San Miguel Market.
We also wanted to be there now, but preferred to wait and reveal some future surprises of the Fabrico Próprio project in the Spanish capital.